4 - Deus Filho

No começo aquele que é a Palavra já existia. Ele estava com Deus e era Deus. Desde o princípio, a Palavra estava com Deus. Por meio da Palavra, Deus fez todas as coisas, e nada do que existe foi feito sem ela. A Palavra era a fonte da vida, e essa vida trouxe a luz para todas as pessoas.

(Evangelho de João 1.1-4)

"Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém pode chegar até o Pai a não ser por mim."

 

(Jesus Cristo em João 14.6)

Palavra e vida.

Palavra é Vida.

4 : Deus Filho, o Salvador

 

A Palavra de Deus declara que o ser humano é completamente pecador, sem condições de sair deste estado. Além disto, ela declara que Deus é justo e não pode deixar de castigar o pecado (Rm 3.23; 1Jo 1.8; Ez 18.20). Diante disto, o próprio Deus assumiu a forma humana, na pessoa de seu Filho Jesus Cristo, para libertar a humanidade pecadora (Gl 4.4-5).

 

4.1. Jesus Cristo: Verdadeiro Deus e verdadeiro homem.

 

Jesus Cristo é verdadeiro Deus, igual em majestade e divindade ao Pai e ao Espírito Santo: Is 9.6; Lc 1.35; Mt 16.16; 1Jo 5.20; Hb 13.8; Jo 10.30. Jesus Cristo é também verdadeiro ser humano, verdadeiro homem. Ele é um ser humano como nós, com exceção de não ser pecador. Ele foi concebido milagrosamente pelo Espírito Santo: 1Tm 2.5; Mt 9.6; 1Pe 4.1; Mt 4.2; Lc 24.42-43; Jo 19.28.

Era necessário que Jesus fosse um ser humano para que pudesse pagar, em lugar da humanidade, os pecados de todos os seres humanos. Para satisfazer as exigências de santidade e justiça de Deus, Jesus tornou-se homem. Para redimir o nosso pecado era necessário que alguém santo, justo, sem pecado (Jesus) derramasse o seu sangue na morte (Hb 2.16-17; Hb 9.22; Gl 4.4; Rm 10.4).

No entanto, um simples ser humano não poderia realizar as exigências divinas. Por isso Jesus Cristo é também verdadeiro Deus. Somente o próprio Deus poderia realizar esta obra perfeitamente. A obra de Cristo foi suficiente porque “Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo” (2Co 5.19).

A vida terrena de Jesus foi de contínuo sofrimento. Ele carregou todos os pecados da humanidade e a culpa destes pecados foi imputada a ele (Jo 1.29; 2Co 5.21). O seu sofrimento aumentou no momento da sua crucificação, quando ele sentiu toda a culpa, a agonia e os sofrimentos que estavam destinados à humanidade. A morte de Jesus foi voluntária, através da qual ele pagou toda a culpa dos nossos pecados.

A partir do sepultamento, Jesus deixou seu estado de humilhação e entrou em seu estado de exaltação. A exaltação de Jesus consiste no uso constante e total de sua majestade divina também em sua natureza humana. Após ter sido sepultado, Jesus desceu ao inferno (1Pe 3.18,20), ressuscitou da morte (Mt 28.1-7), permaneceu quarenta dias com seus discípulos, subiu ao céu (At 1.9) e agora está sentado à direita de Deus Pai (Mc 16.19) como o Senhor de todo o Universo. E, no dia do julgamento final, Jesus Cristo irá retornar com toda a sua glória para julgar a humanidade.

Cristo nos libertou da culpa de nossos pecados. Ele pagou em nosso lugar a nossa culpa diante de Deus (2Co 5.21; Is 53.4-6). Aqueles que, por meio da fé, crêem nesta verdade, podem ter a consciência livre da culpa dos seus pecados, pois Deus os aceita por causa de Cristo. Apesar de continuarmos pecadores e ainda sofrermos as conseqüências do pecado, temos o perdão garantido por Cristo (1Jo 1.7; 2Co 5.19; Jo 1.29).

 

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Jarbas Hoffimann

 

Teólogo e Pastor da

Igreja Evangélica Luterana do Brasil

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